Pra voce era sempre que sim. Velho amigo enamorado com companhias bem inventadas, das chuvas e coincidencias das curvas do seu jardim. Foi, mas nao ficou; do alto, te viu subir e de lá mesmo ainda sonhou que um dia te ver sorrir já nao seria mais confusão.
Embebedou-se de euforia e, debaixo dos meus sonhos, verdade e fantasia. Saiu na rua do meu infinito e te buscou na porta do mar, enlouquecida do tempo que passou de passar em frente a ti e implorar teu castanho, teu olho, seu eu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário