Voce me pintou o quarto de céu, pintou o dia de poesia e nao veio mais. Me fez o tempo correr pelas pernas e eu fugi de mim. Me assoprou um verso do avesso e eu me desmanchei em nó. De tanto querer voar a sorte de um peteleco só, tropecei no teu verde e, só aí, caí em mim.
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