quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ilha do bigode

Vi um moço de coco raspado, de cabelo grisalho, de cordao de marfim. Eu vi um dia de brincar de roda, canto e serventia, dia de alto mar e todo o porém. De, de repente, sambar despedida e aprontar implicancias com voces e Maria Ninguem.
Morei num barco todo cor de telha, seguia tao perto de uma maré toda de azar. Chorei os mares de enfim e, a pé, olhei teu céu, de imenso e adormecido. Olho por olho, confundi as vistas e troquei os sambistas, todos em coro "hoje o choro nao vem". A saudade nao trouxe e nao me chegou aperto, nem de terra e nem de mar. Nenhuma dor de cotovelo. 

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