Morei num barco todo cor de telha, seguia tao perto de uma maré toda de azar. Chorei os mares de enfim e, a pé, olhei teu céu, de imenso e adormecido. Olho por olho, confundi as vistas e troquei os sambistas, todos em coro "hoje o choro nao vem". A saudade nao trouxe e nao me chegou aperto, nem de terra e nem de mar. Nenhuma dor de cotovelo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário