De menina, só um sonho, amada amante dos cantos de lá. Muito fora e dentro de si, de véu em céu, tudo complica. Ja nao vai tarde, chorava ela, de orgulho e maquiagem cantou histórias pra nunca mais.
Era cheiro de verdade, tempo de sonhadora e a menina ja se fora a pensar alto nos jardins. Mimimi de pouca gente, desfez os cachos, toda ela. Convencida da pouca sorte, desistiu-se e foi chorar. Nao nao nao, sambar.
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