domingo, 24 de abril de 2011

Tempo perdido

Ela dançava uma dança sem passos, uma dança que ninguem via, mas que era atraves da qual ela expressava e desabafava todas as suas desilusoes; mas a mim a dança encantava e me fazia girar junto com os nao-rodopios dos peuqeninos pes da bela moça, que delicadamente, cantarolava cançoes de ninar afim de alcamar o mundo, com movimentos tao delicados quanto sua imaginaçao.
Mas na verddae a dança podia ser só mais uma fantasia, imaginada para que a moça pudesse ter alguma lembrança boa, da qual pudesse se orgulhar e que nao precisasse se esconder de nada algum dia ja houvesse imaginado. Sua imaginçao era livre e a ela ja nao precisava mais esconder seus passos e rodopiava, melancolica, por todo o tempo que nao o havia feito e logo, logo ja podia dormir como as outras crianças.

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