sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quatro estações

Um monte de confusões e atropelos tomavam conta de muitas mentes que hoje por ai passeiam e se amarrotam pelos cantos de uma esperança tao fugaz, que corre e se faz invisel sob a neblina dos teus novos olhos; condenados a brilharem, entao, um brilho sem fim que caberia em voce e até em mim.
E mal sabem eles que quando menos esperam os tempos mudam e de repente nao reconheceremos nem ao menos as fundas pegadas marcadas numa terra umida, esquecida por tantos invernos que acabaram por congelar, consigo, tudo o que se prometera nao mudar.
E por tempos infidaveis costumava jurar nao escapar e nem ao menos lembrar que seria concebivel esquecer.. inquietas foram as noites que eu estive com voce, tao distante. E suaves nascem os dias do amanha, carregando sempre o peso de uns destinos, os mais inesperados, donos das asas do saber e capazes de descobrir tudo o que nao se poderia conhecer. Vaije até o fim do ano, só até o amanhecer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário