Entao trai a confiança daqueles lindos passarinhos que aplaudiam minhas caprichadas lamentaçoes e viviam a colorir meus dias com suas cançoes e confusoes, sempre indo e vindo aos tropeços de suas belissimas asas multicor. Abandonavam o doce aroma das flores do teu jardim e aprendiam, enfim, a pairar sobre outros campos, uns onde a vida passesse um poquinho mais devagar, outra vez que o tempo ja nao pesava tanto nas penas delicadas de um passaro tao gentil.
Trnasformavam quilometros em imaginaçao e imaginavam poder voar o infinito com os pés no chao. La iam eles desenhando alegria nos olhos claros da nostalgia e gritando declaraçoes de amor para todo um mundo que girava ao seu redor, conduzidos pelo sutil soprar de um vento envergonhado por si só.
Cantarolavam melodias conhecidas por alguns que fossem capazes de entender o cochichar dos passarinhos, de um amarelo vivo dos sonhos de um tempo que ja passou.
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