E se duvidas do meu canto é por que sabes que nada sou sob o teu encanto, entao me usa e me faz esquecer todo aquele tempo que eu pude imaginar, debaixo das palpebras dos olhos seus, e sonhar com um rio de desagrados corriqueiros, contentes por me ter nas maos. Cada um com sua história de alegrias e desesperanças, brandas a avidas pelo poder de um mero mortal.
Grandes fossem as arvores e as sombras dos sorrisos de tantos os que passam pelas tuas ruas e rimam seus versos sem cerimonia; transpirando o desejo pelas ondas do mar do teu cacheado e sonhando em recordar cada toque do sofrimento de, aqui, nao ter consolo algum.
E por infindaveis noites e confusoes, perdida, me imaginei no teu embaraço, protegida por acreditar que, se assim fosse, nada mais mudaria em mim.
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