quarta-feira, 30 de março de 2011

Arte viva

As ranhuras de sua pele eram como milhoes de nascentes de minusculos rios prontos e predestinados a inundar tudo o que vissem pela frente e era fascinante como sua sábia velhice podia servir como justificativa para muitas de suas imprecionantes e inimagnaveis histórias. Bruscamente ela agaixou-se e catou alguma coisa no chao que mais parecia-se com um cinzeiro, feito com talhos de madeira, minuciosa e caprichosamente trabalhados. Tais talhos desenhados pareciam feitos com o unico intuito de influenciar tao bons pensamentos e as melhores energias, uma vez que cavavam, quase por si só, os caminhos entre as fibras da escura madeira utilizada na feitoria do mesmo.
Mas que ironia era o fato de que algo tao belamente produzido fosse utilizado para que se depositassem os restos de algo que nao poderia mais ser usado, o fim da vida que se torna cinza. Mas que, mesmo com uma vida util tao curta, seria o depósio tambem dos mais maravilhosos sonhos que um ser humano poderia ter em seu mais precioso estado de nao-sanidade de consciencia.

domingo, 27 de março de 2011

Branco, verde, cinza

Aquela explosao de sentimentos foi o bastante para que as particulas da confusao grudassem em mim de forma que eu teria muito trabalho pra tira-las da minha pele e, mais ainda, da minha mente. Tudo girava e eu acordei em um lugar muito claro e ensolarado o qual eu ja havia visto, talvez, em algum outro sonho ou quualquer ambiente que tenha feito parte das minhas antigas imaginaçoes.
Eu estava deitada em uma grama fina e usava um longo vestido branco que me dava um aspecto de pureza que, normalmente, nao combinaria com os pensamentos que passeavam pela minha cabeça, mas se levarmos em conta o fato de que aquilo tudo era só mais um sonho e que eu acordaria em alguns instantes, estava tudo muito normal.
Eu nao tinha pressa nenhuma e parecia que, naquele lugar, nao se conhecia nem se sabia sobre a presença do tempo e, muito menos havia quem o pudesse ter criado. Era tudo verde, por mais que eu sentisse uma estranha falta de seres pensantes ou que ao menos pudessem se mover a minha volta. Era como se nada se mexesse, como se o vento nao soprasse e como se nao houvesse objetivos ou ambiçoes; e eu era vazia de emoçoes, duvidas ou qualquer tipo de sentimento que me movesse a tomar alguma decisao.
Eu nao sentia vontade de me mexer e tampouco enxergava motivos para faze-lo. O verde se tornou cinza e tudo o que antes parecia sonho se tornou realidade.

sábado, 26 de março de 2011

Em um mundo à parte..

Enquanto cantava, ela dançava e girava de forma suave, com movimentos leves e graciosos que passavam confiança e contagiavam o ambiente, deixando-o mais alegre, mais puro. Enfeitiçava os rapazes com seus olhares, verdes olhos que transbordavam desejo e ingenuidade. No ritmo da propria melodia que saía de seus grossos labios rosados, ela saltitava por entre as pedras e galhos que faziam parte da rotineira paisagem que era palco de seus mais preciosos sonhos.
O cantarolar do riacho se unia à sua doce voz, como um perfeito arranjo musical, capaz de curar as maiores desilusões que qualquer mero mortal ja pôde imaginar. Seus pequeninos pés tocavam o chao, que, por sua vez, aderia à maciez de sua pele e as pedras ja nao a pareciam machucar e nem mesmo os espinhos de alguns arbustos venenosos atrapalhavam sua dança.
Era como se ela nao fosse real, como se fizesse parte somente da imaginaçao de algum homem dotado de imensa criatividade, esperançoso de que um dia pudese encontrar uma figura que se encaixasse ou fizesse juz à imagem previamente criada pela mente de tal mortal.
Mas, de repente, foi como se a imagem da bela moça se desfizesse no ar e sua beleza se esvaisse, espalhando e instalando-se em cada flor ou folha de arvore, em cada grao de terra que moldava a estrada pela qual passava e como se todos estivessem protegidos pela bondade e graciosidade daquela ilusao; fazendo-nos cair em si e simplesmente conformarmo-nos de que havia sido, apenas, a idealizaçao de um ser perfeito, um protóitpo do que jamais poderia ser encontrado na natureza.

Será que o tempo realmente passa?

O tempo passava por nós e nos encarava de perto, mas, sem ao menos nos tocar, nos marcava o rosto e os sentimentos por mais bem guardados que estivessem. Um dia o tempo passou e acenou levemente com a cabeça na nossa direçao; um aceno que poderia ser tanto uma forma respeitosa de cumprimentar quanto um aviso em relaçao ao que estaria por vir. Mas, provavelmente, se fosse alguma coisa ruim tal vento nao nos teria dirigido o movimento, se levarmos em consideraçao que ninguem o costuma ver passar e se só passava por nós é por que deveria ser algo importante.
Todo dia quando nos encontravamos, antes de vermos o tempo a caminhar, olhavamos nos olhos um do outro e tantavamos, sinceramente, entender o que acontecia em nossas mentes e descobrir o por que de só nós dois sentirmos a presença do tempo tao forte ao nosso redor. Talvez fosse por que passamos a maior parte do tempo de nossas vidas esperando que o tempo passasse e nos indicasse o caminho certo, mas nao percebemos que isso nunca aconteceria por que exatemente o que o tempo queria era que perdessemos os nossos tempos esperando pra ve-lo passar, todos os dias.
Agora nos conhecemos pessoalmente, nós e o tempo. Pena que agora nao temos mais tempo pra recuperar o que deixamos que ele levasse, pena que agora nada do que antes fazia sentido parece ter mais a mesma importancia e mais pena ainda que nao tenhamos percebido antes o enorme valor de tudo que passava atras do tempo, mas que parecia estranhamente ofuscado pela grandeza de tal senhor das horas.

quinta-feira, 24 de março de 2011

O cantarolar do vento

Seus olhos dançavam acompanhando cada movimento daquelas delicadas maos cujos dedos finos e longos tinham a adoravel mania de escrever palavras no ar. Palavras que, mal sabia a moça, seriam levadas pelo vento como um simples estimulo a quem nao tinha conhecimento de seus proprios ideais.
Tais palavras que representassem uma forma de pensar, acrescidas aos doces movimentos daquela pequenina mao que oscilava de acordo com o soprar do vento que, por sua vez, ao coxichar nos ouvidos da dona de tais maos, inspirava e influenciava-a a criar sempre novas palavras a serem escritas. Alegre, o vento recolhia letra por letra e cantoralava até seu destino, como se fazendo uma boa açao.
Porem, novos pensamentos surgiram, acompanhados de novos objetivos e a dona das maos ja nao queria mais se por a escrever e passou a sentir que suas palvras de nada eram importantes e nada mais adiantariam, nem mesmo ao mensageiro-vento que as costumava transportar a seus futuros donos. Mal sabia a menina, pobrezinha, que o mundo ficaria tao cinza e tao cheio de mosntros, criados pelos homens que nunca mais receberam suas palavras; secos pelo desejo quase incontrolavel de possuir cada vez mais.. e, de repente, as palavras de ambos ja nao tinham mais nenhum valor.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Imagine tudo..

É como se fizesse parte da natureza do homem sempre querer explicar tudo e saber sobre tudo que o cerca; criar explicaçoes absurdamente complexas para coisas que, como a propria natureza, podem ser realmente simples e é isso que as torna exremamente dificeis de serem explicadas ou até mesmo resumidas. Mas, na verdade, a questão é que nós criamos nossa linguagem como forma de nos expressarmos e comunicarmo-nos uns com os outros, mas, assim como tudo criado pelo homem, essa linguagem é muito limitada e, por consequencia, os conceitos que criamos apartir da tal.
Criamos nas nossos cabeças e nas nossas imaginaçoes conceitos que parecem ser sábios e recheados de significaçao, mas que sao somente palavras transformadas, por nós mesmos, em algo mais complexo para tentar explicar com maior precisao o que, na nossa concepçao, é mais dificil de ser entendido e mais dificil de ser trabalhado.
Tudo criado pelo homem é muito limitado, entao o homem se limita a acreditar que tudo, assim como ele, é tambem limitado sem enxergar que coisas como o 'coneito de natureza' sao ilimitados em relaçao e se comparados a nós e que sao muito mais cheios de signficaçao do que qualquer conceito criado por nós poderia explicar com precisao.
Talvez antes de tentarmos entender a natureza como algo à parte, tentassemos entende-la como parte de nós ou nós como sendo parte dela e, assim, talvez conseguissemos começar a realmente entender.

terça-feira, 22 de março de 2011

Here, there and everywhere

Foi como se aquilo me queimasse as paredes da garganta e me causasse uma gastrite que me revirava o estomago e que, na verdade, seria resultado de uma decepçao momentanea, à qual minha mente se recusava a ceder. Tais tentativas em vao, pois o que eu nao sabia é que eu ja estava imersa em tudo o que mais tinha desejado que permanecesse bem longe e ja era tarde demais pra conseguir fazer com que a minha consciencia acreditasse que nem tudo fosse tao ruim.
Eu tinha sentido tanta saudade e, logo depois, tanta ansiedade ao saber que ia poder voltar, mesmo que por apenas 2 horas, à minha rotina anterior e viver meu antigo conto de fadas, que nem ao menos pensei que tudo poderia ser apenas muita presunçao da minha parte; ou que todos os planos relacionados ao meu passado e, ao mesmo tempo, ao meu futuro poderiam se dispersar, e simplesmente se extinguir, com apenas uma decisao do topo da hierarquia familiar: meus pais.
Ah, mas ja é imensa a saudade que eu sinto dos momentos que eu passaria com as 'minhas melhores pessoas do mundo', ja que nada do que me 'é' e 'foi' mais precioso nao volta e ja que doi tanto pensar ser proibida de tentar reviver meu proprio passado. E é incrivel como isso me torna, inesperadamente, tao nostalgica..
Mas eu só queria que os personagens da minha antiga rotina nao passassem a achar que eu esqueci ou que nao faz mais diferença a importancia que eles tinham e continuam tendo pra mim; ou que, como o principe do ultimo texto, substitui-os por outro elenco, por que mesmo que talvez isso -se possivel de acontecer- fosse até um alivio, seria algo emocionalmente impossivel.

sexta-feira, 18 de março de 2011

"Se o principe nao se encanta, tire-o da historia"

- Como disse minha amiga. Simples, nao? nao, nem um pouco.. é realmente muito facil aconcelhar o outro a mudar de pagina e seguir em frente, mas quando é com a gente fica muito mais complicado.. nao que eu sinta nada especial por ninguem, por que, afinal, para o alguem por quem eu poderia chegar a quase sentir, de nada seria util meu setimento, uma vez que as circunstancias ja nao sao as mesmas..
Talvez tirar o principe da historia seja uma decisao radical demais, mas quem sabe se o substituissemos? mas as vezes, mesmo que nada, até entao, impessa a tal troca de personagens, as vezes pode nos parecer que estamos, de certa forma, presos emocionalmente ao elenco antigo e ja nao cabem mais atores na suposta peça, tal como na nossa caixinha do coraçao.

"Quando a vida te da um limão, faça uma limonada"

quinta-feira, 17 de março de 2011

Longe lá de longe

Meus deus! Mas que magnífico! era como se a felicidade dentro de mim tivesse se concentrado em unico ponto no âmago do meu ser, irrandiando um sentimento de bem-estar, afugentenado todo e qualquer pensamento ruim e estampando-me um sincero sorriso no rosto.
Aquela repentina felicidade abriu-me a mente e era como se tudo ao meu redor mostrasse somente seu lado bom e como se tudo fosse, mesmo que por alguns instantes, surpreendentemente maravilhoso.
E logo por algo tao singelo quanto um olhar, colorido pelo brilho de tais olhos, cujo dono era o culpado pela, tao constante, oscilaçao do meu humor e meus sentimentos.
Imersa em meio às ondas dos dourados cabelos do meu anjo prefererido, me vi batendo à porta da imaginaçao; eu flutuava em pensamentos e, distraida, fui guiada a um lugar mágico e surreal.
Pena que amanheceu, a realidade me cutucou e eu tive que recolher meus sonhos e duvidas remanescentes e voltar à vida real, humildentemente esperançosa de que haja um proxima vez.

terça-feira, 15 de março de 2011

"É só voce

... que tem a cura do meu vicio de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda nao vi (...)" - Renato Russo

Eu tenho uma estranaha mania de acreditar que certas coisas ou habitos podem me dar sorte e me ajudar nas minhas inseguranças cotidianas. Entao eu tento me refugiar em pequenos momentos, como os de felicidade -um sorriso ou alguma brincadeira- pra escapar da falta que eu sinto de coisas que eu, na realidade, nunca tive; ou de momentos tao bem elaborados pela minha consciencia que acabam se encaixando perfeitamente na uniao entre a minha rotina e tudo o que eu acredito ser só imaginaçao.
Mas a imaginaçao é um conceito relativo e, dependendo da concepçao de cada um, pode ser entendida como a mistura entre realidade e desejo, sonho, ficçao.
Neste momento, eu imagino que muita gente nao esteja interessada no que os outros tem a dizer ou nos ineteresses e percepçoes dos mesmos, mas eu nao consigo deixar de prestar atençao ou querer saber sobre tudo que seja relacionado a...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Tem um elefante em cima de mim

Hoje eu to meio de tpm entao eu to meio sentimental demais.. é meio como se as coisas nao tivessem mais tao boas e maravilhosas como tavam no começo e agora eu nao consigo entender um monte de coisinhas que talvez nao fizessem diferença pra muitas pessoas, mas que pra mim sao um peso enorme nas costas. É como se o meu humor tivesse inteiramente ligado e dependendo de alguem com quem eu tenho, ao mesmo tempo, muita e quase nenhuma intimidade. Ah, mas que tragedia.

Bom, acho que nao era pra ser mesmo, né.. tem umas coisas que começam a acontecer na nossa vida e que a gente fica, momentaneamente, muito feliz, mas que podem ser, no final, só ilusões de felicidade e o que antes nós achavamos ser marailhoso, pode nao ser nada daquilo ou até mesmo passar a nos fazer mal.
Talvez essa situaçao se inverta pelos proprios erros que nós cometemos, no nosso dia-a-dia ou em sistuaçoes que sejam excessoes e que nao aconteceriam normalmente. Mas as pessoas que estavam acostumadas com nossas açoes normais e com as quais convivemos minimamente no nosso cotidiano, talvez nao consigam entender que tenha sido só um deslise ou uma coisa que nao acontecria em situaçoes normais.. e se afastam?

domingo, 13 de março de 2011

"Brasil,

esquentai vossos pandeiros iluminai os terreiros que nós queremos sambar"

O legal do Rio é que o carnaval acaba quarta-feira, mas os bloos e a animação continuam até domingo; e, nao sei os outros, mas acho que eu vou chegar segunda na escola ainda com o bom-humor desse carnaval, sei la..
massss.. 'todo carnaval tem seu fim' e agora é ensino médio e eu tenho que tomar vergonha na cara e começar a estudar de verdade! até por que CAp nao é CEAT e 1º ano nao é 9º.. eu só nao consigo enfiar isso na minha cabeça oca

quinta-feira, 10 de março de 2011

Capital a cima de tudo

Hoje eu tava conversando com o meu pai e ele tava falando que os intelectuais criaram ha pouco tempo uma politica de "desospitalização" de gente com problemas psicologicos, que diz que nao podem mais existir internações contra a vontade do paciente e que a melhora tem que acontecer em casa e o doente teria que ser auciliado pela família. Mas é imprecionante como essa 'nova politica' possa ser tao absurda a ponto de partir de um pensamento tao pequeno-burgues! E depois os criadores do projeto afirmam que é melhor para a recuperação de um paciente com alguma doença psicologica que ele permaneça em casa, mas ninguem pensa ou nao quer pensar nos casos em que ficar internado é melhor do que ficar em casa sem tratamento, mesmo que contra sua vontade.
E é apartir de projetos como esse que dizem que o Brasil tem uma politica avançada no setor da saude, mas na verdade é tudo uma grande hipocrisia e uma mentira gigante, para o esconder o real motivo dessa palhaçada toda: é muito caro o tratamento de doentes mentais ou dependentes de drogas mais pesadas e ninguem quer ter tantos gastos com algo que pode ser facilmente ignorado por polítcos ou governos que roubam milhões, nos quais 95% conseguem ser corruptos e dificilmente nao tem seu carater corrompido quando se trata de alguns milhoes a mais em suas contas bancarias.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Passado, presente, futuro

Oioi, eu quero pedir pra que as poucas pessoas que leram o meu post anterior ignorem-o por que é uma viagem absurda e eu nao escreveria nada parecido noramelmente.. _________________________________________________________

Bom, acho que ainda vai demorar um pouco pra eu passar a visitar o CEAT e nao sentir mais vontade de fazer parte daquela rotina, ver aquilo tudo só como a minha escola antiga.. Tem vezes que eu falo 'minha escola' e que eu penso no CAp, mas tem vezes que eu ainda penso no CEAT, acho que por nunca ter me imaginado fora dali e longe das pessoas com quem eu convivi desde a 1ª serie.
É muito dificil mudar tanto de ambiente, mas eu to começando a ver que nem sempre essa mudança é pra pior, é só difrente.. conhecer gente diferente, de lugares diferentes e que gostem de coisas diferentes das quais eu estava acostumada. Mas se eu me acostumar com o que agora é dferente, talvez passe a ser tão comum quanto a minha ex-rotina era e talvez passe a ser tao importante quanto.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Roaming

Naquele exato momento, minha mente girava e era como se ela fosse em todos os sentidos, com o objetivo de recolher algumas estrela no céu, perdidas. Mas logo cessavam os movimentos e tomavam, enfim, seu devido lugar no espaço, bem longe das estrelas.

quarta-feira, 2 de março de 2011

"Vou beijar-te agora, nao me leve a mal, hoje é carnaval"

Saudade Mata

Só hoje eu percebi que nao sinto saudade só das pessoas e da minha ex-rotina, mas tambem dos aspectos fisicos da escola que eu, ha pouco tempo, ainda podia chamar de 'minha'. Sinto sauddae das pedras que cobrem as paredes daquele imponente castelo e contribuem significativamente para que haja aquele maravilhoso ambiente ceatiano. Conforme voce anda pelos corredores, seja com destino ao salão ou aos banheiros, as paredes te abraçam e é como se voce ja nao tivesse mais forças pra deixar aquele lugar tão recheado de sonhos e magias.
Mas o que se pode fazer? Ha quem diga que saudade nao mata, mas isso é tudo uma grande mentira de alguem de nunca sentiu saudade de um imenso amor ou de algo que antes achasse que nao conseguirira viver sem. Saudade demais mata por dentro. E corroi, bem lentamente, se nao for tratada com muita delicadeza e sensatez.
Boa sorte (pra mim).