domingo, 6 de fevereiro de 2011

Minhocas-da-cabeça

As vezes parece dificil acreditar que nem tudo é finito e um exemplo disso são as estrelas e o tamanho universo; é muito complicado conseguir imaginar alguma coisa que nao tenha fim, mesmo que nao seja um fim imposto por condiçoes fisicas, como uma parede.
As coisas e os problemas podem ser muito maiores do que a gente pensa e podem fazer muito mais mal ao nosso emocional do que qual quer outra coisa que fosse julgada imensa por outra pessoa. Mas a questao é cada um ve cada coisa de um jeito e o que pra um é muito importante o outro nem percebe que está ali.
E a ligação entre o universo e esses problemas, ambos citados a cima, é que eles podem ser vistos de formas diferntes e, na cabeça de cada um, podem tomar dimensões maiores ou menores.
Todo esse pensamento começou por que eu comecei a olhar pro céu ha alguns minutos e comecei a mandar pras estrelas todas as minhocas da minha cabeça, que nao estão me fazendo dormir essa noite. Normalmente eu nao diria nem pensaria nada disso sem antes ter dado dois ou tres tapas, mas -mesmo que isso seja passageiro- hoje eu to absurdamente confusa e com um desejo incontrolavel de que nada tivesse que mudar tao drasticamente -muito menos a minha tao adorada rotina.
Se todos forem egoistas que nem eu e empurrarem as suas minhocas-da-cebeça pra perto das estrelas, a essa hora o céu ja deve estar infestado de minhoquinhas, cada uma com uma historia pra contar.

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