Ninguem pediu os mil palcos de barro ou que eu acreditasse de dia e de noite. Nao foi choro só de teimosia, foi mentira de andar lá mais no meio do nosso vazio em construção. Eu nao queria meu tempo parado, sorriu com um só pouco de sim.
Que voce nao saiba e saia e passe, nao durma e chore. De alegria. Menino, o normal é da gente sumir da gente, querer querer. Mais normal é que a gente durma e nao mais encontre corda e pombo correio de nao deixar esquecer, um e outro, de se acostumar. Voce só faz que nao disse, perigo menino, mas disse tudo e ja brincou sem falar.
Nao ajoelharia à reza bruta, esquisita, mal dita, curta e amadurada. Eu nao disse os meus dias e tentei mais abraços. De tanto pensar, pensei em nem me lembrar de despertar na hora certa e levantar desse chão nosso, d'um pouco de céu.
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