Se fingiu de tua e fui até la procurar. Pelas portas e as janelas, vento frio.
Ah, meu bem, mas não ha maldade no teu coração de moço que me faça mais insistente do que o desdenhar dos passos mansos, pelas nossas manhas, em dias de outro amor. E dos passantes no meu sonho, fez encanto e alaranjou todas as vidas das manhãs de sexta-feira, até o final, amor.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Aeroplano
Trapaceei em quase todos eles. Em tempo de correr a vida, ele te deixou levar. Nunca vi voar tao pra lá de arranha-céus, nunca te vi tao assim cheio de si.
Andaram separados por aí; mal souberam, mas eu sofri por bem. Do lado de lá corri em sonho, de cá já nao vi mais nada. Vi pintura nos borroes de tinta doce do teu retoque final de arte, meu sol. Guardou segredo, mas o tempo foi.
Nao deixou passar.
Andaram separados por aí; mal souberam, mas eu sofri por bem. Do lado de lá corri em sonho, de cá já nao vi mais nada. Vi pintura nos borroes de tinta doce do teu retoque final de arte, meu sol. Guardou segredo, mas o tempo foi.
Nao deixou passar.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Tsé-tsé
Voce me pintou o quarto de céu, pintou o dia de poesia e nao veio mais. Me fez o tempo correr pelas pernas e eu fugi de mim. Me assoprou um verso do avesso e eu me desmanchei em nó. De tanto querer voar a sorte de um peteleco só, tropecei no teu verde e, só aí, caí em mim.
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