terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sambei em sagitário

Só mais eu vivo de viver teus carinhos, de jeitos e contra-tempos, tintim por tintim. E talvez eu me visse bela e desleixada, grossa e beijoqueira. Triste pelos elevadores madrugados, "boa noite!" e um suspiro. Me viro e me visto, criança; me pinto, me ensina, menina. De voz, devagar, eu danço o seu batuque rotineiro, talento e beleza. Cochilo e já era, às três da manha mais uma vez.

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