Flores sóbrias, amargas vidas, despetaladas de um dia a outro ou cansadas de se rimar com dor. Gratas, se riam dos tempos, das horas companheiras, não duram mais que uma eternidade. Adormecidas em um desaninho floral, encantam-se os passos, belos eles, de um completo
desalguem.
Garantia de flor, avidez de ave branca, branda de livre, negra de amor. Gotas de sede de terra, amores de infancia e outra claridades fugazes e gentis, bem servidas de lucidez, amadas amantes do azul do mar. Céu, meu e seu, enfim.
Não consigo ler direito, não sei se é a falta de óculos, o fundo negro do blog, porventura os dois e mais.
ResponderExcluirMas o que li, reli. E gostei bocados.
Proud of you.
Brigada, de verdade!
ResponderExcluiracho que vou tomar providencias em relaçao ao fundo, ja me contaram que fica um pouco dificil de ler
Seus poemas sao mais interessantes ainda
Happy I am for you to be proud of me