quarta-feira, 25 de maio de 2011

E se..

De um dia pro outro pode-se perceber que nem tudo é como sempre se imaginou e talvez começar a pensar em tudo o que poderia ser feito pra que toda aquela angustia cessasse e tudo pudesse voltar a uma pseudo normalidade.
Talvez consigamos nos lembrar do tempo durante o qual quem guiava era a engenuidade e quando homens podiam conviver sem que precisasse haver algum desentendimento; se é que algum dia esse tempo existiu. Talvez possamos retomar à essencia do que poderia significar o conceito de viver e passar olhar pra realidade como um todo e nao só pra quela que a nós esta relacionada.
E quem sabe pudessemos parar pra pensar sobre o quao importante seria deixarmos todas a imaginaçao correr pelo trilho de todos os pensamentos que pudessem dar origem a novas oportunidades ou a pessoas mais felizes. Até por que se soubessemos sorrir sinceramente pra coisas que pareçam extremamente simples, a natureza da vida poderia chegar a ter um gostinho de céu.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

À inspiraçao

Se alguma outra escolha eu tivesse, talvez escolhesse viver assim, um poquinho fora e um pouquinho dentro de mim, pra poder te ver sonhar e poder imaginar tudo o que se passa nos seus pensamentos, dançar conforme a musica que me faz sorrir e me por a cantar cançoes de ninar que alcalmem meus sonhos e desilusoes e poder fingir que tudo esta como sempre foi e forçar um sorriso de pura melancolia.
Talvez saltitar por entre as nuvens a procura do formato dos seus labios e admira-los até que tudo se desmanche e só restem as lembranças ou deixar que as gotas de uma fina chuva caiam sobre meu rosto e lavem toda essa insegurança que me é tao familiar; sorrir em resposta das palavras que costumavam expressar todo o seu vigor ja nao é suficiente, amor deve ser muito mais que isso! Pois até o infinito ja nao me parecia tao imenso e eu imaginava poder roubar o brilho de cada estrela do nosso ceu e compara-lo ao do teu olhar.
Agora beijo-te os olhos e olho-te a boca pra que voce nunca esqueça esse meu jeito de explicar o amor e nunca deixe de sonhar com o mundo la fora.. A arte de viver depende da vontade de faze-lo, nao esqueça como pode ser bom amar e olhar o mar, só mais uma vez.

Nada precisava mudar, tava tudo tao bom naquele meu mundinho. Agora sem voces, veja como estou: me perdi no meio do caminho

Meu trabalho de portugues do ano retrasado!

CEAT, 16/10/2009
Júlia Ferreira e Vitória Hoff
Profª: Virginia
Solfieri

Segui-a de longe, consumido pelo desejo, pela curiosidade que me despertava aquele cantar misterioso. Guiado pela luz da lua, seguia seu caminho, levado pelos passos, surdos passos. Eu a seguia pela estrada da inconsciência, até o meu, então, destino. Estava em um bosque, cercado pela escuridão, ameaçado pelas lúgubres árvores que compunham o cenário assombroso do meu presente.
Atraído, continuava, pelo vulto que era a minha amada. Compará-lo a claridade poderia eu? Sim, desde que cegos estivessem meus olhos, ofuscados pelo clarão que era sua sobrenatural beleza.
Então, ao ser trazido de volta a vida e a um estado de consciência, encontrei-me na escuridão, breu. Recostado na aresta eu estava. Na aresta do mesmo palácio, onde eu estaria antes de viajar em busca do amor de alguém incapaz de amar.
E eis que o meu eu imagina, a figura da mulher esculpida, na janela iluminada e a luz clara do luar. Nada mais existia, o bosque, a noite e nem mesmo angústia ou a insanidade da mulher que se punha a cantar.

domingo, 1 de maio de 2011

Gira mundo, do seu jeitinho

Ha muito tempo eu nao paro pra pensar sobre o quao belas as flores sao e sobre o quao uteis as pequenas gotas de orvalho da madrugada podem ser quando escorrem por cada petala fina e formam milhares de minusculos caminhos por entre os galhos. Caminhos cujos destinos sao desconhecidos e que sao capazes de nos levar a lugares magicos onde tudo é surprendente e belo e onde o pensamento e a imaginaçao fluem com a velocidade de um sonho bom.Tais lugares escondidos de tudo o que lhe for ameaçador e de todos os que nao forem capazes de transformar as paisagens em alguma forma de prazer e que nao consigam pensar que nada magico exista.
Lugares protegidos de quem nao quer que as pessoas sonhem com o surreal, mesmo que sonhos ja digam respeito a uma nao-realidade, ou de quem nao é feliz em ver a magia da felicidade no olhar de um outro alguem.
Talvez até um lugar com uma estradinha de terra que eu pudesse chamar de minha e onde eu me sentaria e esperaria toda aquela chuva passar; perdida do mundo, naquele mundo onde só eu vivia e desvivia, onde a vida ainda era vida e onde os grandes problemas ainda pareciam ter soluçao.