domingo, 9 de junho de 2013

Buraco branco e preto

Benita, bem busquei um batuque esquisito, bendita bondade do bom peregrino. Bebi da verdade da barbárie, baderna, bacharel do sonho dos bebados de dia e noite. Bati com verbetes de bar e burbúrios, banzé de barbante, banquete divino, de vinho, de bel. Eu, barroco, lambuzado de céu, barulhento até chover. Berrar de beber, encantar os sols.
Eu queria escrever prosa finita, de tinta e de cor com peso de amanha. Magoar as terras de leviana, esquecer de orar de desamor da vitória. Li nuns mares a fantasia, fugi com os outros dias pr'outro alguem. Eu sorri com os olhos à beirada da velhice, dormi com as dobras dos anos além.