terça-feira, 28 de agosto de 2012
Sambei em sagitário
Só mais eu vivo de viver teus carinhos, de jeitos e contra-tempos, tintim por tintim. E talvez eu me visse bela e desleixada, grossa e beijoqueira. Triste pelos elevadores madrugados, "boa noite!" e um suspiro. Me viro e me visto, criança; me pinto, me ensina, menina. De voz, devagar, eu danço o seu batuque rotineiro, talento e beleza. Cochilo e já era, às três da manha mais uma vez.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Spiro diro
Se bem que não ia bem, a infância. De berços e poucos esforços, ia e vinha o descansaço; vivido de mordomia, aflito por liberdade. Que de caso em caso visse as ruas, de enchente e desapego e não se escondesse da vida que a vida, dele escondia.
Antes demorassem uns minutos no jantar, não vissem o noticiário e quantas as vidraças quebradas. Perdeu-se de vista o tempo; da ampulheta da barganha. Os que dali não saem, que não se mastiguem pelas fomes dos outros, dentro da televisão.
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